Direita proletária X Conservadorismo acadêmico
O candidato do PSDB a presidência da república não poderia contar com melhor propaganda que a dos noticiários dos últimos três meses, porque, como já disse aqui, na cobertura desse início de ano eleitoral mais parece que há uma escolha muito bem definida dos meios de comunicação por candidatos que defendam propostas conservadoras e que beneficiem as classes que sempre foram beneficiadas pelos governos nesse país, ou seja, grandes latifundiários, banqueiros e investidores internacionais e meios de comunicação que se aliam ao jogo em detrimento da notícia. Os dois candidatos defendem essas bandeiras.
O PT se distanciou de sua base e de seu programa de governo se aliando com o que mais há de nefasto na política nacional, por uma coincidência que até o mais inocente dos inocentes duvidaria são os mesmos partidos que formaram a base aliada do governo peessedebista de FHC, o mais emplumado dos tucanos e do mesmo partido do senhor Alckmin o oposicionista que manterá a situação, afinal, o modelo econômico, monetário e político são tão próximos que é até um absurdo ser oposição, a não ser para ter controle da máquina.
Os jornais alardearam o crescimento do tucano, mas com a imensidão de matérias que saem sobre o próprio e com a novela que transformaram a escolha tucana, o mais óbvio era que seu percentual subisse. Na revista Veja deste mês praticamente há um release dos dois tucanos da vez, FHC e seu livro, Alckmin e o empresariado paulista. Do candidato ela faz uma pequena biografia mostrando o maravilhoso homem que Alckmin, exatamente o que todo mundo quer ver, algo que a parte mais preconceituosa e retrograda fração da classe média deseja ser e que a classe alta sabe que em nada será incomodada.
Do ex-presidente quero destacar algo que realmente mostra sua arrogância, em seu livro ele faz menção a uma reunião dele com o MST, além de chamá-los de intragáveis ele comenta que um dos integrantes do movimento na reunião o chama de Fernando e ele o repreende de maneira prepotente e elitista perguntando se ele saberia com quem estava falando, que era o presidente da república.
Ele deveria ter tido uma resposta, a resposta de uma parcela da sociedade que foi deixada de lado por seu governo, que o elegeu para dirigir o país mesmo que seja de pessoas que não votaram nele, esse sujeito deve mais respeito e deveria prestar contas com a população e não cobrar uma postura servil de um representante de um movimento legítimo da sociedade.
O PT se distanciou de sua base e de seu programa de governo se aliando com o que mais há de nefasto na política nacional, por uma coincidência que até o mais inocente dos inocentes duvidaria são os mesmos partidos que formaram a base aliada do governo peessedebista de FHC, o mais emplumado dos tucanos e do mesmo partido do senhor Alckmin o oposicionista que manterá a situação, afinal, o modelo econômico, monetário e político são tão próximos que é até um absurdo ser oposição, a não ser para ter controle da máquina.
Os jornais alardearam o crescimento do tucano, mas com a imensidão de matérias que saem sobre o próprio e com a novela que transformaram a escolha tucana, o mais óbvio era que seu percentual subisse. Na revista Veja deste mês praticamente há um release dos dois tucanos da vez, FHC e seu livro, Alckmin e o empresariado paulista. Do candidato ela faz uma pequena biografia mostrando o maravilhoso homem que Alckmin, exatamente o que todo mundo quer ver, algo que a parte mais preconceituosa e retrograda fração da classe média deseja ser e que a classe alta sabe que em nada será incomodada.
Do ex-presidente quero destacar algo que realmente mostra sua arrogância, em seu livro ele faz menção a uma reunião dele com o MST, além de chamá-los de intragáveis ele comenta que um dos integrantes do movimento na reunião o chama de Fernando e ele o repreende de maneira prepotente e elitista perguntando se ele saberia com quem estava falando, que era o presidente da república.
Ele deveria ter tido uma resposta, a resposta de uma parcela da sociedade que foi deixada de lado por seu governo, que o elegeu para dirigir o país mesmo que seja de pessoas que não votaram nele, esse sujeito deve mais respeito e deveria prestar contas com a população e não cobrar uma postura servil de um representante de um movimento legítimo da sociedade.

2 Comments:
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Se nas outras eleições estávamos acostumados com a expressão pré-candidatura, a de 2006 nem bem começou e já trouxe como novidade a pré-campanha. Se em 2002 Lula usou e abusou dos "préstimos" do marqueteiro Duda, hoje o Alckmin teve em suas mãos o maior golpe de marketing de que um partido poderia usufruir, não sei se será o bastante, mas, sem dúvida, o candidato do PSDB ganhou notoriedade com essa brincadeira.
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